O poeta expõe o coração em palavras;
as palavras expõem o poeta em dor;
a dor expõe sua alma elevada;
e a alma expõe seu áureo fulgor.
Nas palavras de ilustre sentindo
suas brandas fomentam seus dotes faceiros.
Amiúdes freqüentes que emanam cultivos,
desgraças, defeitos, angústias, anseios...
O poeta segue fiel ao inevitável,
uma imagem vertiginosa do fel.
Mancomuna seus imos inquietos de apelo,
e traça as origens de seu próprio Téo
E repleto do que quando mais nada convém,
bloqueios dados pelos próprios defeitos,
a voz que clama, sussurrando desejos,
inspiram a fresta mais novos devaneios.
E com a fome miserável das artimanhas,
vem das chamas o ardor do lume.
Esfera próxima ao que derrama,
dos rasos solos aos saltos cumes
Os mórbidos comodismos cabulam,
elegem calvários, desilusões.
O mantra do afago é o martírio,
que na crosta penumbra questões.
E então, quando enxerga o sentido,
despeita em garranchos labéu.
Palavras que cercam dos ares, condutas,
e aproximam o poeta ao céu. (IC)
as palavras expõem o poeta em dor;
a dor expõe sua alma elevada;
e a alma expõe seu áureo fulgor.
Nas palavras de ilustre sentindo
suas brandas fomentam seus dotes faceiros.
Amiúdes freqüentes que emanam cultivos,
desgraças, defeitos, angústias, anseios...
O poeta segue fiel ao inevitável,
uma imagem vertiginosa do fel.
Mancomuna seus imos inquietos de apelo,
e traça as origens de seu próprio Téo
E repleto do que quando mais nada convém,
bloqueios dados pelos próprios defeitos,
a voz que clama, sussurrando desejos,
inspiram a fresta mais novos devaneios.
E com a fome miserável das artimanhas,
vem das chamas o ardor do lume.
Esfera próxima ao que derrama,
dos rasos solos aos saltos cumes
Os mórbidos comodismos cabulam,
elegem calvários, desilusões.
O mantra do afago é o martírio,
que na crosta penumbra questões.
E então, quando enxerga o sentido,
despeita em garranchos labéu.
Palavras que cercam dos ares, condutas,
e aproximam o poeta ao céu. (IC)

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